Os ministros das Finanças e governadores dos bancos centrais dos países membros dos BRICS, reunidos em Mumbai, comprometeram-se a ampliar o uso de moedas nacionais nas operações de comércio e investimento entre os Estados do bloco.
A iniciativa está associada ao objectivo de reduzir custos de transacção e fortalecer mecanismos de pagamentos transfronteiriços considerados mais eficientes e seguros.
MOEDAS NACIONAIS NO COMÉRCIO INTERNACIONAL
A utilização crescente de moedas nacionais nas transacções entre os países do BRICS surge como uma das frentes de cooperação financeira do grupo.
A medida procura reduzir a dependência de mecanismos de conversão cambial nas operações comerciais e de investimento entre os países participantes, podendo contribuir para a simplificação de determinadas transacções e para a redução dos respectivos custos.
O reforço dos sistemas de pagamentos transfronteiriços constitui, neste contexto, uma componente complementar da estratégia de cooperação financeira.
REFORMA DA ARQUITECTURA FINANCEIRA INTERNACIONAL
Durante o encontro, os participantes manifestaram igualmente apoio à reforma das principais instituições financeiras internacionais, defendendo uma maior representação das economias emergentes e em desenvolvimento nos processos de decisão.
A posição reflecte uma discussão mais ampla sobre a participação dos países em desenvolvimento na arquitectura financeira internacional e sobre os mecanismos de financiamento disponíveis para as suas economias.
NOVO BANCO DE DESENVOLVIMENTO EM FOCO
Outro ponto destacado pelos responsáveis financeiros foi o papel do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB) no financiamento de projectos sustentáveis.
Os participantes defenderam o reforço da disponibilidade de crédito destinado a investimentos estratégicos, atribuindo ao banco um papel no apoio a projectos associados ao desenvolvimento e à sustentabilidade.
A instituição constitui um dos instrumentos financeiros ligados à cooperação entre os países do BRICS, com foco no financiamento de iniciativas de desenvolvimento.
IMPACTOS E PERSPECTIVAS PARA ÁFRICA
Para os países africanos membros dos BRICS — África do Sul, Egipto e Etiópia — o reforço dos mecanismos de cooperação financeira poderá criar condições para facilitar o acesso a financiamento e estimular novos fluxos de investimento.
A utilização de moedas nacionais e o desenvolvimento de mecanismos de pagamentos transfronteiriços poderão também favorecer operações comerciais entre economias africanas e outros membros do grupo, dependendo da implementação dos instrumentos acordados e das condições financeiras de cada mercado.
Neste contexto, a participação africana no BRICS acrescenta uma dimensão relevante ao debate sobre financiamento, comércio e investimento entre economias emergentes.
COOPERAÇÃO SUL-SUL E NOVOS MECANISMOS FINANCEIROS
A agenda financeira apresentada em Mumbai coloca o comércio, o investimento e o financiamento do desenvolvimento no centro da cooperação entre os países do BRICS.
O debate sobre moedas nacionais, pagamentos transfronteiriços e reforma das instituições financeiras internacionais integra-se, assim, numa procura por mecanismos que respondam às necessidades das economias emergentes e em desenvolvimento.
Para África, a evolução destes instrumentos poderá representar novas possibilidades de cooperação financeira e de expansão dos fluxos de investimento, sobretudo no quadro das relações económicas entre os países do continente e os parceiros do BRICS.
REDE NACIONAL | GIRA NOTÍCIAS
Alinhamento Editorial: PRESSdigi.ao
Classe / Tema: Economia Internacional | Finanças | Comércio e Investimento | Cooperação Sul-Sul
Fonte principal: GIRA NOTÍCIAS

Redação Digipress
Redação DigiPress
PRESSdigi.ao
Informação, Cultura, Imagem e Memória
O PRESSdigi.ao é um canal de notícias e conteúdos editoriais dedicado à cobertura de acontecimentos nacionais e internacionais, com especial atenção à cultura, às artes, à economia criativa, à identidade, à cooperação e às dinâmicas sociais de Angola e da diáspora.
Com uma linha editorial jornalística, cultural e responsável, o canal procura informar, documentar e valorizar iniciativas, pessoas, instituições e projectos que contribuem para o desenvolvimento da sociedade.
A sua abordagem combina informação, reportagem, fotografia, narrativa audiovisual, stream, radiodifusão (brevemente) e memória documental, aproximando o jornalismo das linguagens contemporâneas da comunicação e da criação artística.
REDACTOR-CHEFE E PERFIL EDITORIAL
KIKALAKALU KIA DÍBYA _ DALTRON COSTA
Redactor-Chefe | Fotojornalista Cultural | Promotor Cultural | Artista Visual | CEO da DIGItechnology
Daltron Costa desenvolve uma prática profissional que cruza o jornalismo cultural, a fotografia documental, a comunicação institucional e a promoção das indústrias culturais e criativas.
A sua abordagem visual valoriza a identidade angolana, a ancestralidade, o território, o património, os rostos e as narrativas das comunidades, transformando o registo jornalístico em memória visual e expressão artística.
Enquanto responsável editorial do PRESSdigi.ao, procura orientar a produção de conteúdos com rigor informativo, sensibilidade cultural, responsabilidade social e valorização das diferentes expressões da sociedade angolana.
Afiliações e ligações profissionais: CEFOJOR _ Centro de Formação de Jornalistas Formações Técnico Profissional de Fotojornalista | Assessória de Impressa | Comunicação Institucional e Impressa | Formação de formadores técnicos profissionais
Membro da ANICC — Agência Nacional das Indústrias Culturais e Criativas | DIGItechnology _ Agência de Comunicação e Imagens;
Membro da APROCIMA — Associação dos Profissionais da Comunicação e Imagem de Angola;
Ligação à CCPA — Comissão da Carteira Profissional do Artista;
Correspondente e produtor visual ligado a iniciativas culturais entre Angola, Brasil e outros espaços da diáspora africana;
Director da DIGItechnology, plataforma de comunicação, imagem, produção audiovisual e processos criativos.
EQUIPA TÉCNICA DE REPORTAGEM — DIGItechnology
A produção técnica do PRESSdigi.ao conta com o apoio da equipa de reportagem e produção da DIGItechnology e Parceiros responsáveis pelo desenvolvimento de conteúdos de imagem, vídeo e comunicação editorial.
A equipa actua em diferentes áreas, www.digi.ao incluindo:
Reportagem fotográfica e audiovisual;
Cobertura de eventos culturais, sociais e institucionais;
Entrevistas e registos documentais;
Produção de vídeos, reportagens especiais e conteúdos digitais;
Captação e edição de fotografia e vídeo;
Comunicação de projectos, marcas, instituições e iniciativas culturais;
Produção de revistas, ensaios visuais e conteúdos para plataformas digitais.
A DIGItechnology funciona como uma estrutura técnica e criativa de apoio à produção editorial, garantindo a articulação entre jornalismo, fotografia, audiovisual, design e comunicação digital.
ÁREAS DE COBERTURA DO PRESSdigi.ao
O canal desenvolve conteúdos nas seguintes áreas:
Cultura e artes;
Jornalismo e reportagem;
Economia criativa;
Património, identidade e memória;
Sociedade e desenvolvimento;
Cooperação nacional e internacional;
Intercâmbio Angola–Brasil e diáspora africana;
Empreendedorismo e inovação;
Comunicação institucional e comunitária;
Fotografia documental e narrativa audiovisual.
MISSÃO EDITORIAL
O PRESSdigi.ao assume como missão:
Informar com responsabilidade e sentido de interesse público;
Valorizar a cultura e a criatividade angolana;
Dar visibilidade a artistas, criadores, instituições e comunidades;
Preservar acontecimentos e memórias através da imagem e da reportagem;
Promover o diálogo entre Angola, África, Brasil e a diáspora;
Produzir conteúdos com qualidade jornalística, estética e documental.
IDENTIDADE
O PRESSdigi.ao pretende afirmar-se como uma plataforma de comunicação que informa o presente, valoriza as raízes e contribui para a construção da memória colectiva.
PRESSdigi.ao — Informação que documenta. Cultura que permanece.
Frase-guia:
“ Ancestralidade é continuidade com futuridade .”